O forte é TR
Na Inferno, as coisas não começaram nada boas para a FURIA, que sem conseguir encaixar sua defesa, viu a fnatic abrir 7 a 2 de vantagem. Após breve paralisação técnica na partida, os brasileiros ensaiaram reação, mas não conseguiram fazer uma boa primeira metade, ficando atrás no marcador por 9 a 6.
Na virada de lados, os suecos asseguraram o pistol para ampliarem sua vantagem, mas a FURIA devolveu no forçado, dando início a uma grande sequência de pontos para buscar a virada. Contando com um KSCERATO inspiradíssimo e efetuando as trocações e avanços com excelência, não demorou para a equipe fechar o primeiro mapa do embate em 16 a 11.
Lado CT abaixo da média
Na Nuke, a FURIA começou do lado TR, fazendo boa metade ofensiva graças ao bom uso dos utilitários e à dupla composta por KSCERATO e yuurih. Impotente, a fnatic não conseguiu mostrar uma boa metade defensiva, ficando atrás no half por 9 a 6.
O pistol do segundo half parecia ser um bom começo para a reação sueca. Não só parecia ser, como foi. Logo, a fnatic passou a obter êxito em praticamente todas as suas ofensivas, chegando ao map point em 15 a 11. A FURIA resistiu, mas não conseguiu frustrar o último round do tempo regulamentar, com os suecos empatando a série com o 16 a 14 no pick brasileiro.
Vacilos custaram a partida
No último e decisivo mapa, Mirage, a FURIA começou jogando do lado CT e, apesar de ter aberto 5 a 2 de vantagem, foi rapidamente controlada pela fnatic, que conseguiu fechar o half na frente com a mínima vantagem do 8 a 7 no marcador.
A segunda metade começou melhor para os suecos, que levaram o pistol e os anti-ecos, ampliando sua vantagem. No entanto, os brasileiros não se intimidaram, armando-se para abusarem dos utilitários em suas entradas, complementadas pelas boas trocações, chegando ao match point.
A Fnatic voltou a incomodar e levou a partida para o OT. Lá, os suecos fizeram o half perfeito e apenas finalizaram a partida.















