Comes e bebes?
Na Train, apesar de ter levado o pistol, a Sharks acabou sucumbindo aos onze rounds consecutivos da ATK, que encaixava sólidas ofensivas especialmente pelo bombsite A. Sem conseguir punir os avanços norte-americanos, os tubarões foram atropelados na primeira metade: 12 a 3 para a ATK.
Longe de se renderem, os brasileiros levaram o pistol da segunda metade, confirmando os anti-ecos e trocando rounds com a ATK na sequência. Após longa paralisação na partida por conta de problemas com a transmissão, a Sharks voltou ainda mais sedenta pelo empate, reduzindo a vantagem norte-americana para 13 a 11. Mesmo com certa dificuldade, a ATK conseguiu retomar o controle do jogo, fechando com segurança: 16 a 12 no pick dos brasileiros.
Sem dificuldades
A primeira metade da Inferno foi praticamente um replay da Train. Começando de CT, a Sharks até levou o pistol, mas a ATK logo encaixou o forçado e passou a controlar o jogo, abusando de um excelente trabalho de utilitários para anular completamente a defesa da Sharks, o que resultou em mais uma metade terminada em 12 a 3 para os norte-americanos.
Novamente, a Sharks resistiu, levando o pistol e os anti-ecos. Voltando armada, a ATK não demorou para retomar o controle total da partida, frustrando todo e qualquer avanço brasileiro, até mesmo em situações de desvantagem numérica, o que culminou com os norte-americanos logo alcançando o matchpoint. Por um único round, a Sharks resistiu, mas na segunda oportunidade, a ATK não deu sorte ao azar e fechou a partida com um sólido 16 a 7.
O que o resultado representa?
Com a vitória, a ATK acumula mais $12.5 mil na tabela de classificação da divisão norte-americana da ECS S8, que leva em conta a premiação arrecadada por cada equipe.
Apesar da derrota, a Sharks já havia garantido vaga nas finais globais da competição, por ter acumulado a maior quantidade de premiação ganha nas duas primeiras semanas de disputa.










