O INFERNO NORTE-AMERICANO
Começando do lado contra-terrorista da Inferno, mapa de escolha de seus oponentes, a paiN Gaming saiu atrás no placar após perder o pistol e os econômicos que se sucederam. No entanto, os brasileiros assumiram o controle do marcador por 4 a 3 após boa sequência de pontos. O restante da metade se resumiu a bons momentos de ambas as equipes e, apesar do marcador ter sido igualado, quem largou em vantagem foram os brasileiros, que abriram a vantagem mínima do 8 a 7 após highlight de biguzera pelo bombsite B.
A GGPR não teve vida fácil no segundo half. Após perder o pistol e os econômicos, vendo assim a margem no placar ser estendida pelos brasileiros, a equipe norte-americana assinalou o armado, mas falhou em consumar sua reação. A escalação liderada pelo experiente PKL logo abriria 14 a 8 no placar e, apesar dos esforços dos adversários, os quais incluíram clutch 1v2 de lowrider, os brasileiros logo garantiram um sólido 16 a 11 para fechar o pick adversário
FOGO DE PALHA
Para dizer o mínimo, a paiN Gaming foi amassada do lado terrorista de seu mapa de escolha, Dust2. Sem conseguir fazer nada nos seis primeiros rounds, a equipe brasileira precisou de três abates de saffee no pistolete para assinalar seu primeiro ponto. Apesar disso, seus rivais logo abriram o fatídico 7 a 1 no placar. PKL e seus comandados só voltariam a pontuar na reta final da metade, quando três abates de saffee novamente abriram caminho para que o lado brasileiro amenizasse o prejuízo. Final de metade: amargo 11 a 4.
Na virada de lados, a GGPR não controlou sua economia após perder o pistol round e viu os brasileiros encurtando a margem para 11 a 8. Uma frenética troca de pontos se sucedeu e os brasileiros saíram por cima, enconstando no placar de vez na desvantagem mínima do 14 a 13. A reação provaria-se um verdadeiro fogo de palha à medida em que os norte-americanos brilharam em avanços pela A nos momentos decisivos, sacramentando um apertado 16 a 13.
PRA COROAR A CAMPEÃ
Apesar de ter perdido o pistol round que deu início ao terceiro e decisivo mapa, Vertigo, a paiN correu atrás do prejuízo e assegurou o forçado, dando início à ampla sequência de pontos que resultaria no fatídico 7 a 1. Os norte-americanos descontaram, mas apesar dos cinco pontos sequenciais, não foram capazes de apagarem a boa metade inaugural dos brasileiros, que fecharam o half em 9 a 6.
A situação da GGPR ficaria um pouco mais complicada quando a equipe novamente sucumbiu ao forçado adversário no segundo half. Daí para a frente, só deu Brasil. Sem dificuldades, PKL e seus companheiros fechariam o embate em um tranquilo 16 a 8.





